Leitura é atividade de fundamental importância no desenvolvimento intelectual das nossas crianças. O Scolex foi criado para ser essa ponte entre elas e o incrível mundo das histórias. Veja como isso acontece:
Utilizamos inteligência para diagnosticar níveis de desenvolvimento, recomendar livros e engajar na leitura — tudo dentro de uma única plataforma.
A recomendação personalizada ativa o apego pela leitura, em especial para os 70% dos jovens brasileiros com dificuldade de interpretação ao final do ensino fundamental.
Andamos lado a lado com escolas que buscam resultados concretos no desenvolvimento das habilidades de leitura e compreensão de textos dos seus alunos.
Acreditamos em ajudar cada aluno a conectar dificuldade, interesse e evolução, transformando a leitura em hábito e gerando progresso real no aprendizado.
Somos pais e queremos ter a leitura como aliada no amadurecimento e desenvolvimento cognitivo dos nossos filhos.
Somos educadores e queremos oferecer jornadas de leitura personalizadas e inteligentes para os nossos alunos.
Alunos que leem com frequência apresentam até o dobro de chances de alcançar boas notas em diferentes disciplinas ao longo da vida escolar.
Crianças que desenvolvem o hábito da leitura por prazer na infância tendem a apresentar melhor desempenho cognitivo e menos problemas de atenção e comportamento.
A prática regular da leitura contribui significativamente para o desenvolvimento do vocabulário, da criatividade e da capacidade de pensamento crítico.
Escolas que adotam programas de leitura bem estruturados costumam alcançar melhores resultados no ENEM e também em avaliações internas ao longo do ano.
Associações com melhor desempenho cognitivo, bem-estar mental e estrutura cerebral em jovens adolescentes
Pesquisa publicada no periódico científico Psychological Medicine sugere que o
hábito de ler por prazer desde a infância pode trazer benefícios duradouros para a
cognição e bem-estar mental. O estudo analisou dados de quase 10 mil adolescentes
dentro do estudo ABCD — o maior estudo de longo prazo sobre desenvolvimento cerebral
e saúde infantil nos EUA.
Principais pontos:
• Melhor desempenho cognitivo: adolescentes que liam por prazer na
primeira infância demonstraram melhores resultados em habilidades verbais, aprendizado
e memória.
• Bem-estar mental: a leitura por prazer foi associada a maior
bem-estar mental na adolescência, com menos sinais de estresse e depressão.
• Benefícios para a estrutura cerebral: o estudo descobriu que o
hábito de ler por prazer está relacionado a maior área e volume cerebral — especialmente
em áreas importantes para a cognição, como córtex pré-frontal, lobo temporal e
hipocampo.
Esses achados reforçam a ideia de que a leitura, quando praticada de forma prazerosa
e consistente, é um dos melhores investimentos que pais e educadores podem fazer no
desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Fonte:
cambridge.org/core/journals/psychological-medicine
Um estudo de EEG
Este estudo investigou como a leitura em tela (como tablets ou computadores) se compara
à leitura em papel no funcionamento do cérebro de crianças. Participaram 15 crianças de
aproximadamente 7 anos, que leram textos simples nas duas mídias enquanto tinham sua
atividade cerebral registrada por EEG. O objetivo foi entender o impacto de cada formato
na atenção e no esforço cognitivo.
Embora as crianças tenham compreendido igualmente os textos nos dois formatos, o cérebro
reagiu de forma diferente em cada caso. A leitura em tela exigiu mais esforço atencional,
mesmo sem afetar diretamente a compreensão em textos simples.
Principais achados:
• Leitura em tela aumentou a atividade de ondas lentas no cérebro (theta e alfa), associadas
a maior esforço mental e menor atenção.
• Leitura em papel ativou mais ondas rápidas (beta e gama), ligadas à atenção sustentada e foco.
• A razão entre ondas theta e beta foi maior na leitura em tela — um sinal de que o cérebro
"trabalhou mais" para manter a concentração.
• Quanto maior essa diferença entre tela e papel, pior foi o desempenho das crianças em
uma tarefa de atenção realizada depois da leitura.
• O esforço mental foi maior na tela. O estudo sugere que, especialmente para crianças, a
leitura em papel pode favorecer um estado cerebral mais propício à concentração e ao aprendizado.
Fonte:
journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0283863
Pesquisa ouviu quase 120 mil estudantes de escolas públicas e privadas
Três em cada dez estudantes de 13 a 17 anos afirmaram que se sentem tristes sempre ou
na maioria das vezes, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe),
divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Uma proporção semelhante
também revelou que já teve vontade de se machucar de propósito.
O IBGE entrevistou 118.099 adolescentes que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas
de todo o Brasil em 2024, e a amostra é considerada representativa do universo de estudantes
do país.
O quadro preocupante sobre a saúde mental dessa população inclui ainda 42,9% dos alunos que responderam que se sentem "irritados, nervosos ou mal-humorados por qualquer coisa" e 18,5% que pensam sempre, ou na maioria das vezes, que "a vida não vale a pena ser vivida". Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/ibge-alerta-para-quadro-preocupante-na-saude-mental-de-adolescentes
É por meio da leitura que preparamos nossas crianças para o futuro nesse mundo tão desafiador. E então? Vamos juntos embarcar nessa jornada?